quinta-feira, 21 de abril de 2016

Música e memória



    Certa vez ouvi: “não há povo sem música.” Esse frase me fez pensar: É a música assim tão importante?
    Toda música é uma poesia, eu sempre fui apaixonado por poesia, rimas, palavras... Isso por si só responderia, a música é importante, é importante para mim.
    Uma palavra amiga é tudo de bom, pode produzir sorrisos em um rosto triste. Mas isso não é tudo, música não é apenas palavras, o arranjo de uma música é praticamente um idioma, a diversidade de sons produzidos por um ou mais instrumentos, torna ainda mais agradável o som das palavras.
    Certa vez, tomando café, ouvi uma pessoa próxima dizer:
    -Odeio café, tem gosto de remédio!
    Ao ouvir isso descobri que podemos associar algo ao prazer ou a dor, com a música isso também acontece, podemos associar uma melodia a uma lembrança, seja acontecimento ou sentimento.
    Quando escuto a música One day in your life, imagino um casal dançando apaixonadamente. Quando escuto A banda fico impressionado com a riqueza das rimas, quando ouço E o vento levou, - Tema de Tara, a minha emoção acompanha a musica conforme o tom sobe ou desce.
    Há músicas que fazem lembrar pessoas: Essa música, quando toca no rádio, minha mãe canta junto! Essa melodia é tão apaixonante que faz lembrar de alguém especial. Algumas vezes até nos “apropriamos” de uma música por dizer :
    -Essa é a minha música!
    A música nos ajuda a pensar nas coisas boas que temos, reforça as boas lembranças, estimula nossa imaginação - nos faz sentir bem.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Snoopy e Charlie Brown: Peanuts, O Filme

Assisti:     Peanuts, Snoopy e Charlie Brown: Peanuts, O Filme.  Quando o filme acabou a plateia aplaudiu, isso me surpreendeu, foi o primeiro filme aplaudido em uma sala de cinema em que eu estava.



Desenho de Gedelti Baicaicoa Junior

sábado, 2 de janeiro de 2016

A amizade na literatura infantojuvenil


  Um amigo é o bem mais precioso que temos. Os amigos nos valorizam e fazem brotar em nós o que temos de melhor. A literatura valoriza muito a amizade, dois clássicos da literatura infantojuvenil dialogam sobre a amizade: - O meu pé de laranja lima e a A teia de Charlotte.

  O meu pé de laranja lima escrito por José Mauro de Vasconcelos traduzido para mais de 10 idiomas, foi adaptado para a televisão como novela várias vezes e foi base para dois filmes. O livro narra a história de Zezé um garoto extremamente inteligente e pobre que usa a imaginação para superar as dificuldades, quando há pouquíssimos amigos, ele imagina uma árvore pequenina, o pé de laranja lima, como seu amigo, a ternura é tanta que o pé de laranja lima acaba possuindo vários nomes.

  A história da amizade passa a ter um enfoque ainda mais humano quando entra o Portuga, um senhor que pela idade poderia ser avô de Zezé, mas faz aflorar nele o seu melhor.

   A teia de Charlotte escrito por E. B. White é um dos livros mais vendidos de todos os tempos. O livro foi base para o desenho A menina e o porquinho e mais recentemente para um filme cuja história emociona até os adultos mais sisudos.

   E. B. White conta a história de Wilbur um porquinho anão que escapa da morte pela ajuda de uma menina que cuida dele até que ele é levado para o sítio do tio. Wilbur se sente sozinho mesmo com outros animais até que faz amizade com a aranha Charlotte que se torna sua melhor amiga e lhe salva a vida com sua engenhosa habilidade.

   Ao lermos as duas histórias nos maravilhamos no quão poderosa é a amizade, no quanto somos ricos quando possuímos apenas um amigo verdadeiro, ao mesmo tempo que nos maravilhamos com o poder da imaginação.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Amizade

A amizade é essencial para a vida. Um amigo sempre se importa com o que somos e nos valoriza. Procurar ser um amigo pode ser a chave para novas amizades.




segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Gosta disso?


Como refrigera a alma... quanto!
Longo dia molhado de pranto
Saudade de uma amizade
Lembro da sincera bondade.

Amei. Sinceramente, amiga
cativou-me com seu sorriso
O que será de minha vida?
Amizade perpétua viso?

Gosta disso? Como é agradável!
Contemplar o seu boa noite, sim o terno,
Afável quanto o amor materno.

Amizade, quanto é louvável!
Não és botão, és flor!
Amizade, brilhará em amor?

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Um pedaço de madeira?


   Ao dizer uma sentença simples, podemos ter a certeza que ela é inteligível, mas a compreensão está no outro que nos ouve e aquilo que é facilmente compreensível para nós pode ser incompreensível para outros.
   Uma pessoa que não se interessa tanto por madeira pode simplesmente dizer a outra:
   -Pegue esse pau, que está logo aí, por favor.
  A ordem pode ser muito bem compreendida pela outra pessoa como também pode causar certa confusão (ruído na mensagem). Pau é uma palavra muito imprecisa. Para quem conhece um pouco sobre sobre madeira, cada formato de madeira tem um nome característico, como: tábua, viga, caibro e assim por diante. Se o ouvinte fosse alguém que conhecesse um pouco sobre madeira a mensagem causaria certo estranhamento pela falta de clareza, o contrário também causaria. Imagine a ordem sendo dita a quem não conhece nada sobre madeira:
   -Pegue aquele sarrafo, logo ali, por favor.
   A pessoa talvez pensasse:
   -Sarrafo, o que é isso? É aquele pau logo ali?
   Notamos que a clareza é relativa àquele que fala e seus ouvintes. É possível ser claro e facilmente compreendido, por se acrescentar adjetivos aos objetos ao serem referenciados, isso, quando não é exagerado, torna a sentença mais suave. Imagine que algum conhecedor de madeira peça para outra pessoa que nada sabe sobre madeira:
    -Por favor, pegue aquele sarrafo de madeira escura próximo a porta.
   A ordem foi alterada para uma exortação fácil de ser compreendida pela outra pessoa, seja conhecedora de madeira ou não.
   Vivemos num mundo com tanta tecnologia para facilitar a comunicação, mas ao mesmo tempo a comunicação ainda é um grande desafio, um desafio para qualquer pessoa.


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Coisas boas...


   Certos acontecimentos são tão valiosos que nos enchem de satisfação:

   Ouvir a sua música preferida tocar no rádio.
   Abrir um jornal e rir com os quadrinhos até perder o fôlego.

   Outras coisas boas são ainda melhores porque nos pegam de surpresa e faz desaparecer qualquer tristeza:

   Se deparar com um ipê florido no seu caminho habitual – é uma beleza exuberante!
   Escutar o barulho da chuva enquanto se prepara para dormir – é tranquilizador.

  Há outras ocasiões que despertam sentidos e trazem inúmeras lembranças:

  Sentir cheiro de café fresco – é um convite para uma conversa.
  Saborear pimenta, pimenta com arroz – dá uma fome!
  Se lambuzar ao saborear um caqui doce – é como voltar a infância.

  Há novas coisas boas, descobertas a cada dia, quando nos permitimos “sentir”:

  O abraço do cônjuge.
  Dançar por simplesmente dançar, sem preocupar com os passos corretos.
  Descobrir o quanto cada amizade é valiosa e nos enche de alegrias com suas coisas boas.