domingo, 5 de janeiro de 2020

Sobre o livro: Histórias do escritor – Moacir Sciliar



  Essa coleção de contos escolhidos pelo escritor Moacir Sciliar é sem sombra de dúvida um prazer duplo.
  O prazer da leitura de ótimos contos, muito humanos. Apreciei o conto “Acender uma fogueira” de Jack London, uma história emocionante – suspense até a última linha.
  Outro prazer é que após cada conto há uma pequena crônica com até 3 páginas sobre o porque daquela história está ali, isso é tão gostoso: é como ter alguém para conversar sobre livros, histórias e literatura.
  Contos mundialmente famosos, inclusive autores brasileiros, fazem parte da seleção. Pode ser que já conheça alguns contos dessa coleção, ou tenha lido outras obras dos autores escolhidos. Qual o seu conto ou crônica favorito?

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Sobre o livro "Na cozinha com Nigella" de Nigella Lawson

Os grandes prazeres da vida vêm das coisas pequenas e muitas vezes corriqueiras. Cozinhar e conversar podem ser fontes de prazer.
Ler um livro é a oportunidade de conversar sozinho, é um prazer. “Na cozinha com Nigella”  é mais que um livro de receitas. Nele não há apenas receitas ou instruções, é sobre o prazer de cozinhar.
As sessões do livro têm nomes especiais como: “O que tem para o jantar”,  “O sonho do lar acolhedor”, um bem divertido é: “ A cura culinária para a dominguite à noite”.
Cada sessão acompanha verdadeiras crônicas sobre o prazer de cozinhar, algumas risadas não faltaram. Acredito que todos os que gostam de cozinhar em casa e para família possuem hábitos até um pouco diferentes dos outros, eu mesmo nunca liguei pra ordem de comer a sobremesa, às vezes antes, outras durante a refeição e até depois, quando li que a autora também tem esse conceito e até afirma que se pode preparar um doce que equivale a uma refeição completa, soltei uma gargalhada boa:
-Tem mais gente que pensa como eu!
Outra crônica que me fez sentir confortável foi sobre o prazer de cozinhar pra si mesmo – isso significa: usar pimenta a vontade!
As receitas do livro vem com uma história escrita de um jeito bem descontraído e sempre há uma preocupação em cozinhar para crianças, em algumas receitas há ressalvas como: se for para crianças reduza alguns temperos, outras são mais diretas: as crianças amam isso. Outra particularidade do livro é sobre usar as sobras: como congelar e guardá-las. As fotografias das receitas são obra de arte, algumas vezes me dei ao luxo de olhar e apreciá-las com um bom café quente.
Quem lê esse livro vai acabar amando limão siciliano, eles estão em muitas receitas. Os últimos limões que comprei já adquiri o hábito de usá-los por completo, não desperdiço as cascas, nem que seja para incrementar um assado, acrescentar em sucos ou simplesmente usar como tempero secreto nas saladas.
Esse é um livro é pura diversão para quem cozinha por prazer!

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Livro: "O Homem que Calculava"



   O livro "O homem que calculava"  do Malba Tahan é um livro que li na juventude e foi muito interessante lê-lo novamente. Lembrar do problema dos 35 camelos, da aluna "invisível" e refletir em assuntos da vida, sejam eles matemáticos ou não, como a história sobre o x da vida.
  Ainda não consegui eleger qual a minha história favorita, mas o segundo capítulo, onde é apresentado a habilidade de contar do Beremiz ( nome do homem que calculava) sempre me impressionou.

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Ler - uma experiência sensorial





   Quando pensamos em ler, exercitamos os nossos sentidos, a nossa imaginação reacende experiências e gostos.
   As várias técnicas artísticas empregadas em uma capa de livro nos chamam a atenção e pode ser um fator importantes na escolha de um livro. Quando olhamos a capa do livro: “Minha vida de menina” da Helena Morley é como se tocássemos em uma pintura áspera de guache, o título e o nome da autora imita uma escrita de uma caneta de pena que nos traz a memória do barulho da caneta de pena no papel. O nome da autora tão destacado como o título, nos faz refletir: quando aprendemos a escrever o nosso nome - é o máximo.
   Continuando percebemos que o livro foi feito em papel nobre, levemente amarelado, tem um tamanho bom, é fácil de segurar. Quando decidi ler e mergulhei na leitura, as risadas, o jeito direto e muitas vezes inocente da narrativa me levou a pensar:
   -Que livro divertido, vou ler devagarinho para saborear cada ideia, rir de todas as aventuras e voltar a ser criança, ser adolescente nem que seja pela imaginação, afinal, em imaginação podemos ser jovens para sempre.
   Desfrutar dos deleites de um bom livro, exercitar os sentidos, deixar a imaginação nos divertir é o prazer que uma boa história nos proporciona...

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

O livro: Quarto de despejo de Carolina Maria de Jesus


  No final da década de 1990 a TV Cultura reprisou algumas reportagens importantes, em uma dessas reprises foi contada a história do livro Quarto de Despejo. Fiquei impressionado com o que foi contado sobre o livro e decidi lê-lo.
  É um livro difícil de ser encontrado, acredito que esteja esgotado, mas recentemente o encontrei na biblioteca municipal aqui em Jaú – SP. Pela capa percebi a sua importância, a edição que emprestei é de 1976 e nessa época o livro já tinha sido traduzido para 13 idiomas
  O livro é um diário real de uma mulher que cria sozinha seus três filhos trabalhando como catadora de papel e outros itens recicláveis, o que ela consegue catar é vendido para comprar comida e outros itens para a sua família. No livro é bem descrito o cotidiano da favela onde morava, seus moradores, as suas dificuldades, a luta pela sobrevivência..
  É uma leitura reflexiva e cativante que abre caminhos para se pensar em diversos assuntos: a fome, a discriminação, o lixo, política, vícios, relacionamentos, infância, coragem, criação dos filhos, exemplos dos pais, diversão, esperança, religiosidade, educação, trabalho...
  Quarto de Despejo marcou a literatura do Brasil. O fato de ele ser apresentado na TV Cultura como fato marcante do século XX já é um convite para a sua leitura.


sábado, 27 de agosto de 2016

Livro: “Os Meninos da Rua Paulo”



  “Os Meninos da Rua Paulo”, de Ferenc Molnár é um famoso livro infantojuvenil que narra a história de meninos que gostam de jogar pela, um jogo parecido com o tênis, na cidade de Budapeste – Hungria.
   Com o livro podemos ver como as crianças imitam o mundo dos adultos. Outra característica marcante do livro, é como qualidades notáveis são apresentadas com altas doses de inocência pelas crianças, como o perdão e a lealdade.
   É um livro empolgante, daqueles que não queremos parar de ler, ainda bem que consegui uma edição de bolso que possibilitou levá-lo para qualquer lugar e lê-lo em poucos dias.






quarta-feira, 6 de julho de 2016

Animais de estimação

  É fácil gostar de um bichinho, de nossos animais de estimação. Os animais que estão perto de nós, com certeza são motivos de alegrias, quando estamos tristes é comum um cachorro nos cutucar com o focinho até que esquecemos de nossa tristeza.
  Muitas vezes admiramos pássaros, seja pela sua beleza, pelo seu canto ou barulho. Desenhar animais é com certeza um passatempo de muita gente como do meu amigo Gedelte Baicaicoa Junior, que fez os desenhos a seguir.