segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Livro: "O Homem que Calculava"
O livro "O homem que calculava" do Malba Tahan é um livro que li na juventude e foi muito interessante lê-lo novamente. Lembrar do problema dos 35 camelos, da aluna "invisível" e refletir em assuntos da vida, sejam eles matemáticos ou não, como a história sobre o x da vida.
Ainda não consegui eleger qual a minha história favorita, mas o segundo capítulo, onde é apresentado a habilidade de contar do Beremiz ( nome do homem que calculava) sempre me impressionou.
segunda-feira, 14 de outubro de 2019
Ler - uma experiência sensorial
Quando pensamos em
ler, exercitamos os nossos sentidos, a nossa imaginação reacende
experiências e gostos.
As várias técnicas
artísticas empregadas em uma capa de livro nos chamam a atenção e
pode ser um fator importantes na escolha de um livro. Quando olhamos
a capa do livro: “Minha vida de menina” da Helena Morley é como
se tocássemos em uma pintura áspera de guache, o título e o nome
da autora imita uma escrita de uma caneta de pena que nos traz a
memória do barulho da caneta de pena no papel. O nome da autora tão
destacado como o título, nos faz refletir: quando aprendemos a
escrever o nosso nome - é o máximo.
Continuando
percebemos que o livro foi feito em papel nobre, levemente amarelado,
tem um tamanho bom, é fácil de segurar. Quando decidi ler e
mergulhei na leitura, as risadas, o jeito direto e muitas vezes
inocente da narrativa me levou a pensar:
-Que livro
divertido, vou ler devagarinho para saborear cada ideia, rir de todas
as aventuras e voltar a ser criança, ser adolescente nem que seja
pela imaginação, afinal, em imaginação podemos ser jovens para
sempre.
Desfrutar
dos deleites de um bom livro, exercitar os sentidos, deixar a
imaginação nos divertir é o prazer que uma boa história nos
proporciona...
quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
O livro: Quarto de despejo de Carolina Maria de Jesus
No final da década de 1990 a TV
Cultura reprisou algumas reportagens importantes, em
uma dessas reprises foi contada a história do livro Quarto de
Despejo. Fiquei impressionado
com o que
foi contado sobre o livro e
decidi lê-lo.
É
um livro difícil de ser encontrado, acredito que esteja esgotado,
mas recentemente
o encontrei na biblioteca municipal
aqui em Jaú – SP. Pela
capa percebi a
sua importância, a edição que emprestei é de 1976 e nessa época
o livro
já tinha sido traduzido para 13 idiomas
O
livro é um diário real de
uma mulher que cria sozinha seus três
filhos trabalhando como catadora de papel e
outros itens recicláveis, o
que ela consegue catar é vendido para comprar comida
e outros itens para a sua
família. No
livro é bem descrito
o cotidiano da favela onde morava, seus moradores, as suas
dificuldades, a luta pela sobrevivência..
É
uma leitura
reflexiva
e cativante que abre caminhos
para se pensar em diversos
assuntos: a fome, a discriminação, o lixo, política, vícios,
relacionamentos, infância, coragem, criação dos filhos, exemplos
dos pais, diversão, esperança,
religiosidade, educação, trabalho...
Quarto de
Despejo marcou a literatura do Brasil.
O fato de ele ser apresentado na TV Cultura como fato marcante
do século XX já é um convite para a sua leitura.
sábado, 27 de agosto de 2016
Livro: “Os Meninos da Rua Paulo”
“Os Meninos da Rua
Paulo”, de Ferenc Molnár é um famoso livro infantojuvenil que
narra a história de meninos que gostam de jogar pela, um jogo parecido
com o tênis, na cidade de Budapeste – Hungria.
Com o livro podemos
ver como as crianças imitam o mundo dos adultos. Outra
característica marcante do livro, é como qualidades notáveis são
apresentadas com altas doses de inocência pelas crianças, como o
perdão e a lealdade.
É um livro
empolgante, daqueles que não queremos parar de ler, ainda bem que
consegui uma edição de bolso que possibilitou levá-lo para qualquer lugar e lê-lo em poucos
dias.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Animais de estimação
É fácil gostar de um bichinho, de nossos animais de estimação. Os animais que estão perto de nós, com certeza são motivos de alegrias, quando estamos tristes é comum um cachorro nos cutucar com o focinho até que esquecemos de nossa tristeza.
Muitas vezes admiramos pássaros, seja pela sua beleza, pelo seu canto ou barulho. Desenhar animais é com certeza um passatempo de muita gente como do meu amigo Gedelte Baicaicoa Junior, que fez os desenhos a seguir.
Muitas vezes admiramos pássaros, seja pela sua beleza, pelo seu canto ou barulho. Desenhar animais é com certeza um passatempo de muita gente como do meu amigo Gedelte Baicaicoa Junior, que fez os desenhos a seguir.
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Arte e amizade
A arte está por toda a parte. As vezes a recebemos como presente, seja ela por meio de um amigo que gosta de cantar e nos convida a ouvi-lo e cantar junto, por meio de uma criança que nos dá um desenho de giz de cera; ou quando um amigo nos desenha um personagem que apreciamos. Até as pessoas que nos convidam para uma refeição e capricham tanto que um simples prato se torna uma obra de arte colorida - uma arte bem nutritiva!
segunda-feira, 23 de maio de 2016
O carinho que vem de um livro
Lembro de alguns
livros com carinho, alguns foram importantes e outros continuam
importantes, um deles é um dicionário:
Meu pai chegava em
casa com um dicionário de 3 volumes, embora fosse usado, os volumes
estavam em bom estado, o maior diferencial é que era um dicionário
ilustrado, a maioria das ilustrações eram em tom de cinza, mas em
intervalos regulares de páginas, haviam ilustrações e fotos
coloridas.
Passei muito tempo
durante a infância olhando todas as ilustrações. Uma apresentava
como um desenho animado era produzido, outra seção, as
vestimentas femininas no decorrer dos séculos, outra as vestimentas
masculinas, algumas iluminuras, fotos de animais, entre outras coisas... Nesse dicionário sempre encontrei qualquer palavra que precisei.
Algumas coisas
podem ter uma finalidade, mas com certeza pode ter outras aplicações:
- um dicionário me ensinou, na infância, que ler é divertido. Até
hoje, quando vejo um dicionário grande em alguma estante sou tentado
a foleá-lo, gosto de olhar algumas palavras e até sentir o cheiro
de papel.
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